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9 de nov. de 2017

O EMPREENDEDOR DO RAMO DE RESTAURANTES E A AUTOCONFIANÇA

Você já percebeu a velocidade com fecham as portas a maioria dos estabelecimentos na área de alimentação?

Dentre várias explicações uma em particular sobressalta.

Tenho constatado que na maioria dos casos o retorno sobre o capital investido permanece cronicamente abaixo de zero. Isso mesmo. Menos que zero.

Ou seja, como consequência, fecham as portas, em sua maioria em menos de 3 anos.

Sabe porquê? Por causa do excesso de AUTOCONFIANÇA dos empreendedores/gestores.

Na maioria dos casos os empreendedores superdimensionam a provável clientela. E porque superdimensionam? Porque isto é inerente ao ser humano. Superdimensionar suas ações, superdimensionar os cenários.

E qual a solução para minimizar esta situação de baixo retorno sobre o capital investido? Na fase de planejamento do empreendimento é PARTIR SEMPRE DE CENÁRIOS PESSIMISTAS para avaliar a viabilidade do empreendimento.

Só assim você poderá analisar com mais qualidade os cenários para um crescimento sustentável do negócio.

17 de dez. de 2015

Um 2016 melhor para você. Como? Siga minhas dicas.

2015 foi um ano difícil. Ele está terminando, com recessão, inflação alta, enfim, crise, tanto econômica quanto política.

O que podemos fazer em 2016 para nos protegermos financeiramente da piora da economia?
Quais as resoluções financeiras que devemos tomar para 2016?

Duas resoluções - "poupar mais" e "gastar menos" - parecem bastante simples, mas são mais fáceis de dizer do que fazer. Você precisa tentar.

Outra resolução é se conscientizar que você precisa ter objetivos específicos e executáveis. Tudo isto com estabelecimento de prazos. Difícil, porém não impossível.

Abaixo mais 4 dicas para um 2016 menos turbulento:

1. SALDE DÍVIDAS
As taxas de juros vão aumentar ainda mais em 2016. Portanto liquide urgentemente dívidas, especialmente no cartão de crédito.

2. CRIE UM FUNDO DE EMERGÊNCIA
Parte do "poupar mais"  deve incluir separar um valor para cobrir despesas inesperadas ou para ajudar a fazer frente a uma possível perda de emprego. O ideal é você ter reservado um valor para 3 a 6 meses de despesas. Este dinheiro deve ser facilmente acessível, como uma aplicação num Fundo de Renda Fixa, por exemplo.

3. AUMENTE SUA ECONOMIA PARA A APOSENTADORIA
Economize pelo menos 10% de sua renda para a aposentadoria

4. REAVALIE SUA ESTRATÉGIA DE INVESTIMENTO
Também é uma boa ideia começar o ano novo fazendo um balanço de seus investimentos e garantir que eles se alinhem com seus objetivos e a sua tolerância ao risco.
Certifique-se de que você sabe exatamente em que você está investindo.

LEIA SEMPRE MEUS RELATÓRIOS PARA TER MAIS DETALHES DE COMO SE PROTEGER FINANCEIRAMENTE NESTES TEMPOS DIFÍCEIS.

FELIZ 2016

14 de jul. de 2014

As linhas de crédito estão diminuindo

Para o leigo em economia pode ser complicado compreender o que está acontecendo no mercado financeiro no momento e quais as perspectivas para 2015 e anos seguintes.

Vou ser o mais didático possível.

Dentre várias medidas, existem duas maneiras de o Governo controlar a inflação. Uma, é aumentar a taxa básica de juros, que faz com que os empréstimos fiquem mais caros e o consumidor freie o consumo sendo que com a diminuição do consumo os produtores não se sentem tão tentados a aumentar os preços.

A outra medida é o depósito compulsório e o nível total desse depósito, que é uma espécie de depósito obrigatório que os bancos tem de fazer no Banco Central, dinheiro este que vem dos depósitos que nós fazemos nas contas correntes. Assim, quanto maior este depósito obrigatório, menos dinheiro os bancos disponibilizarão para emprestar para as pessoas e para as empresas. Isto também faz o consumo cair.

Pois bem. Ao invés de emprestar o dinheiro para a sociedade, as instituições financeiras têm preferido o depósito compulsório, que remunera os bancos a uma média de 11% ao ano, e assim diminuem o risco de enfrentar uma inadimplência de consumidores. Desde o ano passado, as instituições ficaram mais restritivas na concessão de crédito, mesmo estando mais capitalizadas. Segundo dados do Banco Central, os compulsórios totais cresceram 14,7% entre março de 2013 e maio deste ano, um avanço de R$ 49,24 bilhões. Desse total, R$ 13,4 bilhões são recursos que os bancos deliberadamente não tiveram interesse em transformar em crédito e, na prática, enxugaram do mercado.

Assim, caro leitor, se os compulsórios crescem, as taxas de juros também sobem para o consumidor. Ou seja, bancos estão com receio de inadimplência.


E você sabe o que poderá acontecer daqui pra frente? Poderá haver desemprego e os bancos têm colocado essa possibilidade no cenário quando planejam o que fazer com o que eles podem emprestar para as pessoas e empresas.

Portanto, 2015 vai ser um ano de ajustes na economia, e não será um ano fácil. Por isso, você precisa se proteger financeiramente. Abordarei este tema em outro post.

20 de mai. de 2014

A carga tributária brasileira é o grande entrave para o crescimento econômico

O maior inimigo da produtividade brasileira é o que podemos chamar de “manicômio tributário”, em razão da carga de impostos e da complexidade do sistema que os institui. De 1997 a 2013 o PIB brasileiro cresceu em média de 3,7% ao ano, enquanto as despesas do setor público se expandiram em 5,2%. Para financiá-las, a carga tributária imposta a empresas e cidadãos se tornou ainda mais pesada, e a receita do setor público cresceu a uma média ainda mais alta, de 5,7% ao ano, no mesmo período. Isso demonstra que o governo insiste em utilizar os tributos como forma de cobrir as despesas e alcançar o superávit primário. O superávit deveria ser atingido de forma normal, com a despesa controlada. O resultado desta fórmula vai ser sempre ‘pibinho’.

Receia-se que este continuará a ser o cenário nos próximos anos. Caso não se ataque este “câncer”, o PIB brasileiro não deve ultrapassar o 2,3% de crescimento alcançados em 2013. Cada ponto percentual a mais na carga tributária medida em relação ao PIB compromete meio ponto percentual na taxa de produtividade calculada igualmente em relação ao PIB. Não é à toa que fontes públicas de investimento, como o Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES), têm sido cada vez mais procuradas pelas empresas. Isso se dá porque o lucro retido pelas companhias não é suficiente para ser reinvestido. Não se identifica no governo atual a preocupação em tratar da carga tributária. E os outros candidatos também ainda não mostraram ter uma agenda de medidas consistente e que dê especial atenção ao controle tributário. 

Paulo Rabello de Castro

18 de set. de 2013

E-commerce X Shoppings

Venho mencionando em posts anteriores sobre as mudanças que tenho percebido no mercado, especialmente das lojas de shopping centers. Para vocês terem uma ideia, o e-bit disponibilizou um balanço do e-commerce brasileiro em 2012 onde as vendas nominais cresceram 20% em relação a 2011 e chegaram a R$ 22 bilhões. Para efeito de comparação, vale dizer que as vendas nos shoppings aumentaram 10,6% no mesmo período, ficando perto dos R$ 120 bilhões. Isso significa que o varejo online vendeu no ano passado 18% do que venderam todos os nossos shoppings. Nada menos que 10 milhões de brasileiros fizeram uma compra pela internet pela primeira vez no ano passado. Os produtos com maior volume de pedidos no nosso comércio eletrônico em 2012 foram, pela ordem: 1) eletrodomésticos, 2) moda e acessórios, 3) saúde, beleza e medicamentos, 4) informática e 5) casa e decoração. Por isso, é importante os administradores de shoppings e lojistas neles instalados analisarem suas atuações, sendo que em determinados segmentos a necessidade de mudança beira a reinvenção. Fiquem atentos. Voltarei ao assunto em outros posts.

29 de mai. de 2013

Somos todos empreendedores

Existem diversos tipos de empreendedores, e cada um precisa ser tratado de forma diferente, pois seus objetivos e o perfil de quem toca a empresa, também são diferentes.


Existem 5 tipos de empreendedorismo


1. O empreendedor de estilo de vida
Esse é o cara que quer fazer o dele, não atrapalhar ninguém, ficar longe de estresse e aproveitar a vida do seu jeito. Normalmente estes estão espalhados em pequenas cidades, seja ensinando surfe, violão,  ou gerenciando um barzinho onde seus amigos vão lá todo dia beber um pint com ele. Ele claramente não visa maximizar seu lucro e nem quer saber de escalabilidade. Ele quer pagar as contas e relaxar. Inclusive provavelmente gostará de ficar bem longe de consultorias e investimentos de terceiros.


2. Pessoas “atuais”, normalmente muito ambiciosas, tecnólogos.
Não tem medo de empreender sabendo que tem 90% de chance de, antes de fazer a empresa decolar, explodir o foguete e abrir uma cratera enorme ainda no chão.
Esse empreendedor está está pensando principalmente em ganhar milhões e mudar o mundo com seu produto. Você terá que buscar um investidor tão louco quanto você (o modelo Business Canvas ajuda muito - falarei sobre a ferramenta em outro post), validar um modelo de negócios escalável e pisar no acelerador como nunca antes. Isso normalmente envolve conseguir levantar ainda mais dinheiro para chegar lá.
3. Intraempreendedores

Os “Intrapreneurs” trabalham em empresas grandes e utilizam todos os recursos que tem lá dentro para inovar e gerar mais valor. Eles tem sido apontados como solucionadores dos problemas das grandes empresas, inclusive gerando programas de intraempreendedorismo dentro das próprias organizações. Pessoas muito engajadas com a cultura da empresa e que tem o ótimo vício de se cobrar muito mais do que a empresa o faz.


4. Donos de Pequenos Negócios

Estes são responsáveis por empregar por volta de 60% dos brasileiros e tem como objetivo maior alimentar a família, atender bem o cliente e gerar empregos. Apesar de muitos verem esses negócio com pouco glamour, vale destacar o papel importante que tem no desenvolvimento do Brasil. São verdadeiros guerreiros

5. Empreendedores Sociais

Estes tem como objetivo gerar impacto positivo na sociedade. O que os move é uma missão verdadeira. São pessoas incríveis, muito positivas e com um brilho nos olhos inspirador. Eles enfrentam o  preconceito com relação ao assistencialismo e ONGs agindo contra e, por isso, muitas vezes brigam muito para encontrar investimento e conhecimento acessível.

Então, você (1) é ou pretende ser um empreendedor, (2) trabalha com empreendedores ou (3) quer dar algum tipo de suporte a eles (consultoria - é o que eu faço).

Seja empreendedor, qualquer dos tipos, mas saiba que você precisa entender aonde se encaixa e quais os reais problemas que enfrentará. Sem isso em mãos, qualquer esforço é inútil.

9 de mai. de 2013

O advogado que virou médico

Abaixo um texto sobre transição de carreira. Falo sobre o assunto no próximo post.

Aos 35 anos, Paulo Junqueira acaba de se formar em Medicina. Quase uma década atrás, ele também era um recém-formado, mas em Direito. Da primeira vez, o paulistano escolheu a profissão por exclusão. Da segunda, por interesse. Mas a angústia, segundo ele, fez parte dos dois processos. No Direito, angustiava-lhe o fato de não estar realizado. Na mudança para a Medicina, foi preciso lidar com a alteração brusca de rumo, as incertezas financeiras e os questionamentos da família.

"Desde que me formei sabia que não me aposentaria no Direito", conta Junqueira. A advocacia nunca o atraiu muito, mas as altas remunerações traziam satisfação financeira. E isso compensou – durante um tempo. A convivência com amigos médicos, contudo, evidenciou o interesse pela nova área. Foram algumas visitas a hospitais e um programa de três meses de reorientação profissional - e a decisão estava tomada.

"Demorei quatro anos para concretizar a mudança. Neste período acumulei reservas e coloquei o pé no freio em relação aos gastos.” O plano de comprar um apartamento, por exemplo, ficou de lado e até hoje não se concretizou. Junqueira agora vai se especializar em ortopedia e durante os três anos de residência terá uma bolsa mensal de R$ 2,5 mil. Ele calcula que só vai entrar de fato no mercado de trabalho aos 40 anos. “É um ônus que terei de carregar, mas não tenho um pingo de arrependimento. Eu precisava de realização pessoal, além de financeira."

Entre os colegas, Junqueira conta que a mudança gerou inspiração, estimulando outros advogados a buscar carreiras alternativas. Já na família, a reação inicial foi de espanto. Ao comentar com os pais, foi questionado: "Você está louco?". Só voltou a falar no assunto depois que já havia sido aprovado no vestibular de Medicina. O apoio decisivo, segundo ele, veio da esposa. "Ela me disse: 'Não quero um marido mal-humorado, então vai fazer o que gosta'".

Texto: Bianca Pinto Lima Fonte: Estadão

22 de abr. de 2013

Empreendendo, mesmo que fracassando

Em fevereiro, o Valor Econômico publicou matéria na qual afirmava que “muitos fundos de participações, especialmente aqueles voltados a negócios de tecnologia e internet, passaram a investir em empreendedores que estão em seu segundo ou terceiro negócio, depois de terem criado empresas que, por alguma razão, acabaram malsucedidas”. O motivo? “Pessoas que não se deixam abater por um revés em seus primeiros projetos, a ponto de começar tudo de novo, têm a propensão de criar negócios em série – um ponto importante para quem quer patrocinar companhias nascentes”.

Tentar um negócio próprio, mesmo que sem sucesso, é uma excelente experiência profissional. É uma oportunidade de aprendizado ímpar, capaz de agregar maturidade por colocar alguém no papel de empresário . Trata-se, portanto, de uma chance de autoconhecer-se como profissional, de praticar uma espécie de checagem das próprias capacidades técnicas e das nuances que compõem o perfil psicológico, ao mesmo tempo em que se aprende a entender melhor o lado dos patrões.

Um empreendor entrevistado pelo Valor lembra que “aprendemos muito mais com o fracasso. O sucesso legitima tudo e costuma levar o empreendedor a não analisar possíveis erros de estratégia”.

Por que não?

21 de abr. de 2013

De transações para relacionamentos

O tradicional modelo de venda orientado por transações é cada vez mais substituído por abordagens de venda orientadas por relacionamentos.


Inscreva-se no curso de Gerenciamento de Vendas de Alta Performance onde serão examinados esses assuntos.
Informações e inscrições:
Maisa - 77 9971-2141 ou 77 3613-4241

18 de abr. de 2013

Acerte na reforma: 6 dicas para montar uma lanchonete

Elegante, charmoso, aconchegante ou moderno. O ambiente da sua lanchonete pode ter a melhor decoração do mundo, mas sem uma cozinha funcional e garçons bem preparados isso não vale de nada. Os clientes voltam pelo prato que chega corretamente, na temperatura ideal e bem preparado.


É muito comum o arquiteto conhecer a parte decorativa. Essas questões de retaguarda são para um profissional especializado

O mais importante na cozinha é ter fluxos de trabalho organizados. Pratos frios e frituras, por exemplos, não devem ficar muito próximos. Se você planeja construir um balcão, pense na altura das cadeiras e na posição que o cliente ocupa quando come neste local. Outro fator essencial é como o lanche sai da cozinha. A saída da cozinha tem que ser bem próxima das mesas.

Na hora de dispor as mesas no salão, deixe corredores para que os garçons possam chegar às suas praças com mais facilidade e sem atrapalhar ninguém.


1. Estude todos os processos e fluxos para que eles possam convergir para um único ponto chamado de boqueta ou saída da cozinha. Se você faz hambúrguer e batata frita para um mesmo pedido, os dois devem chegar juntos sem se cruzar na cozinha.

2. Evite deixar a área fria, para saladas e sobremesas, próxima da fritura. A louça suja e o lixo não podem atravessar a cozinha e precisam fazer um caminho paralelo para levar as peças já limpas.


3. A saída da cozinha tem que ser bem próxima das mesas. Quanto mais andar no salão, mais o lanche e as bebidas perdem qualidade.


4. O balcão é uma variável da mesa. Ele deve ser pensado para ter uma altura de 1,10 metro, com banquetas altas e uma forma que projete o cliente para frente. É bom ter uma saída da cozinha para atender especificamente esta área.


5. O garçom deve ter fácil acesso a itens como saleiro, guardanapo e talheres. Quando o cliente pedir, ele chega o mais rápido possível.


6. No salão, existem corredores, que o cliente não vê, mas o garçom já conhece para que o pedido chegue mais rápido. Divida o salão em praças de quatro ou cinco mesas para cada garçom.

16 de abr. de 2013

Investimentos na bolsa de valores: dicas para iniciantes

Leia a história de Jesse Livermore, um grande investidor, considerado por muitos o maior especulador de todos os tempos.


Livermore registrou suas memórias em Reminiscences of a Stock Operator, um livro cheio de informações úteis sobre especulação, investimentos e afins.

Veja a seguir algumas dicas retiradas das memórias do Jesse:

• Nunca opere baseado em dicas;
• Use um sistema e não saia dele;
• Nunca compre uma ação porque ela teve uma grande queda da sua última alta;
• Se uma ação não agir corretamente não a toque; porque, não podendo dizer precisamente o que está errado, você não pode dizer para que lado ela irá;
• Não culpe o mercado pelas suas perdas;
• Nunca aumente uma posição perdedora. Uma posição perdedora significa que você está errado;
• Ações nunca estão muito altas para começar a comprar nem muito baixas para começar a vender. Mas depois da primeira transação, não faça uma segunda a não ser que a primeira mostre lucro;
• Sempre venda o que mostra um prejuízo e mantenha o que está dando lucro;
• Não discuta com o mercado. Não procure recuperar o prejuízo. Saia enquanto a saída é boa – e barata;
• Existe somente um lado no mercado financeiro. E não é o lado bull (alta) e nem o lado bear (baixa) mas o lado certo;
• O maior inimigo de um especulador é sempre o tédio;
• Um homem deve sempre confiar em si mesmo e no seu julgamento se ele espera ganhar a vida com essa profissão;
• Sempre use gerenciamento de capital;
• Estabeleça o seu plano de trade antes que o mercado abra;
• Detalhe o seu plano para cada trade;
• Estabeleça pontos de entrada e saída e entenda a relação entre risco e recompensa;
• Aceite pequenas perdas como parte do jogo se você quiser vencer;
• Desenvolva um plano de trade para cada situação que você pode vir a enfrentar;
• Não concentre-se no valor em que você empata quando estiver perdendo;
• Não liquide uma posição vencedora para manter uma perdedora;
• Desenvolva e mantenha um plano de saída. Siga esse plano com rígida disciplina;
• Tenha paciência. Grandes movimentos demoram para se desenrolar;
• Não fique curioso demais sobre a lógica por trás de um movimento. A chave para a fortuna no mercado é a simplicidade.



O livro está disponível em português e gratuitamente aqui.


13 de abr. de 2013

Expansão da Amor aos Pedaços

5 de março no Valor Econômico: a doceria Amor aos Pedaços vendeu 1/3 da empresa ao fundo de invetimentos Mercatto, para capitalizar sua expansão. A meta agora é chegar a 160 lojas até 2016 e em 5 anos contar com 250 pontos em todos os estados brasileiros. Hoje a Amor aos Pedaços possui 60 unidades. Boa notícia para os shoppings em construção ou expansão.

5 de abr. de 2013

Oprah Winfrey, a guru financeira e os 5 mantras para o sucesso

Suze Orman é a guru financeira que ajudou Oprah Winfrey (você leitor(a) desse blog conhece né?) a se tornar uma das mulheres mais ricas do mundo.

Pois bem. Essa guru criou 5 mantras para você conquistar seus sonhos:

Mantra #1 - "Eu sou jovem, rica e bem sucedida"
Por seis meses ela repetiu essa frase. Tenha um objetivo verdadeiro, honesto e possível e mentalize seu objetivo.

Mantra #2 - "Eu organizo meu dinheiro como organizo minha vida social"
Mantenha o controle de suas contas num smartphone da mesma maneira que controla a agenda de seus compromissos sociais.

Mantra #3 - "Sim, eu sei o que quero"
Lembre-se que para conseguir o que quer você tem que ter um objetivo e para alcançá-lo necessariamente você tem que pensar no longo prazo e em quanto você vai conseguir economizar de dinheiro. Exige disciplina e em alguns momentos renúncia.

Mantra #4 - "Faço o que gosto e tenho sucesso"
Você precisa fazer com que a empresa precise mais de você do que você dela. Você deve agir como um poderoso. Não seja mais ou menos. Mostre resultados. Que tal um MBA?

Mantra #5 - "Eu sei onde está o meu dinheiro"
Anote tudo. Cada centavo que sai do seu bolso. Crie uma planilha (não sabe trabalhar com excel? hummm). Tudo bem. Baixe um app de controle financeiro. Tem que sobrar dinheiro no final do mês para poupar. Lembre-se. Pense no longo prazo.

Voltarei a falar mais sobre isso em outro post.
Enquanto isso Oprah curte seus 2,7 bilhões de dólares.

31 de mar. de 2013

Quer fazer investimentos? Primeiro invista em você.

O mundo mudou. Discutir se para melhor ou pior é perda de tempo. O fato existe: mudou. Quando o mundo muda, ou você muda também, ou é engolido pelas mudanças.

Portanto, as palavras atuais são: produção e eficiência.

O que se quer saber é quanto você produz. Não importa aonde, quando, como; o que interessa é quanto e o que você produz e com que eficiência.

Assim, esqueça empregos. Estão em extinção. Não existem mais empregos, existe trabalho.

Num mundo que não existem mais empregos, mas existe trabalho, ou você investe em você ou está fulminado.

Investir em você significa investir em seu desenvolvimento e inteligência. Leia muito, adquira cultura. Pratique esportes. Aprenda a fazer o máximo de coisas possível.

Quem só faz uma coisa, provavelmente não sobreviverá. Quem só tem uma fonte de renda, provavelmente terá dificuldades. quem só fala português, não se comunicará nem aprenderá. Quem não sabe mexer em computadores, provavelmente não mexerá em nada.

Pense, enquanto você tem um emprego, sente-se seguro e não desenvolve outras possibilidades, além de não se preocupar em acumular capital.

Comece hoje mesmo a investir em você. Faça muitas coisas; algumas darão errado, é assim mesmo. Não desista, continue investindo em você. Qualquer coisa certa e boa que fizer poderá dar resultados.