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13 de dez. de 2017
20 de mai. de 2014
Como prosperar em vez de apenas sobreviver ou O gerente competente
"As vendas estão abaixo do ano passado."
"O varejo está em baixa."
"Está difícil este ano."
"Não podemos mais contar com gente boa na loja."
Tanto nos bons quanto nos maus momentos, você provavelmente já ouviu estes comentários, isso se você mesmo já não os fez. Mas, sempre existem varejistas que estão atingindo suas metas e, muitos, até superando-as. Então, como é possível que algumas companhias possam prosperar e crescer, enquanto muitas outras estão lutando para sobreviver?
Qual é o seu estilo de gestão?
Uma diferença importante está no estilo de gestão, que pode ser reativo ou proativo. Em uma organização reativa, os gerentes fazem exatamente o que o mundo lhes impõe, e eles reagem de acordo com a situação ao redor deles. Você vai ouvi-los usando as frases do primeiro parágrafo como desculpas. Eles reagem ao fato de que há menos clientes batendo em suas portas e que, os que batem, estão gastando menos dinheiro.
Gerentes proativos, por outro lado, estão inovando. Sabendo que o amanhã pode não trazer mais clientes potenciais do que o hoje, eles procuram novas maneiras de trazer mais clientes para as suas lojas (uma maneira de conseguir mais clientes é “roubá-los” de seus concorrentes). E se eles ainda continuarem a vender menos, eles pensarão no que fazer com suas mercadorias e em formas de aumentar o lucro. Eles fortalecem sua publicidade e apertam despesas operacionais gerais. No geral, eles mudam a forma de fazer negócios e evitam um erro banal - fazer a mesma coisa repetidamente esperando um resultado diferente.
Apertando o cinto sem estrangular as vendas
Quando se trata de reduzir as despesas, há ainda um erro mais grave que os varejistas reativos podem cometer. Certamente um aperto de cinto de vez em quando é bem-vindo. Mas, na maioria dos casos, quando os cortes são feitos de forma reativa, geralmente começam pela equipe, e geralmente começam no salão de vendas. Isso faz sentido se você tem vendedores improdutivos. O que não faz sentido, no entanto, é a forma como os varejistas reativos fazem esses cortes. Frequentemente eles são feitos com base no tempo de casa, em vez do desempenho.
O que uma organização reativa acaba fazendo é mantendo Maria, cujo desempenho nos últimos cinco anos tem ficado na média, enquanto que Susan, que sempre cumpre e supera suas metas, tem que sair porque ela só está lá há um ano. Algo está muito errado!
Prestação de contas com base no desempenho
Se as demissões forem necessárias, elas devem ser feitas com base no desempenho. Gerentes proativos dispõem de sistemas capazes de mensurar o desempenho de seus vendedores. Eles sabem quem está produzindo e quem não está. Então, se eles são forçados a fazer cortes, eles sabem exatamente por onde começar. Chamamos de "O Princípio da Divisão Justa" um método simples porém eficaz de se avaliar objetivamente a eficácia de sua equipe.
O Princípio da Divisão Justa
Para ilustrar como funciona, vamos dizer que uma loja tenha uma meta de R$ 10.000 para alcançar durante a semana. Há quatro vendedores e todos trabalham o mesmo número de horas. De acordo com o Princípio da Divisão Justa, cada vendedor é responsável por contribuir com 25% dos R$ 10.000. Isso significa que, se as pessoas trabalham o mesmo número de horas, deve-se esperar que vendam, pelo menos, um valor mínimo determinado. O que tende a ocorrer ao analisarmos os resultados semanais, revela outra diferença entre os gestores reativos e proativos.
Nós vamos continuar a usar o nosso exemplo de quatro vendedores, todos trabalhando a mesma quantidade de horas em uma loja. Suponha que uma pessoa vende R$ 4.000, outra vende R$ 2.500, outra R$ 1.500 e a última pessoa vende R$ 2.000. A loja acaba de chegar à meta de R$ 10.000. O gerente reativo está feliz, a loja alcançou o seu objetivo e ele não tem mais nada com que se preocupar. Como resultado, os dois vendedores que não contribuíram com a sua justa parte continuarão lá por meses, até mesmo anos, sem nunca serem notados, orientados ou substituídos. A vida continua, sem que ninguém perceba o impacto (ou a falta dele) que estas duas pessoas estão fazendo com a lucratividade da loja.
O impacto do desempenho de vendedores abaixo do padrão
O gerente proativo reconhece o impacto gerado por estas duas pessoas. Certamente eles veem que a loja alcançou sua meta, mas somente porque dois deles “carregaram” os outros dois. Então, eles pensam o que aconteceria se esses dois vendedores que vendem R$ 1.500 e R$ 1.000, respectivamente, atingissem o mínimo de R$ 2.500. A loja teria alcançado R$ 12.500. Em uma organização proativa, esses dois vendedores não ficariam meses ou anos, a menos que eles fossem capazes de melhorar as suas estatísticas.
Nós não estamos sugerindo que você demita todos os vendedores que ficam abaixo da meta. Você deve primeiro treiná-los, para ter certeza de que eles são capazes de atingir as metas mínimas. Em seguida, após um treinamento adequado, tem de haver um processo pelo qual os vendedores com desempenhos abaixo do padrão possam ser identificados e orientados, ou substituídos.
Dê uma olhada no estilo de gestão de sua organização. Será que estão todos tão ocupados reagindo, em vez de estar focados na melhoria das vendas? Comece a tomar medidas proativas hoje. O impacto que isso vai ter na lucratividade da sua loja pode surpreender você!
Harry J. Friedman
"O varejo está em baixa."
"Está difícil este ano."
"Não podemos mais contar com gente boa na loja."
Tanto nos bons quanto nos maus momentos, você provavelmente já ouviu estes comentários, isso se você mesmo já não os fez. Mas, sempre existem varejistas que estão atingindo suas metas e, muitos, até superando-as. Então, como é possível que algumas companhias possam prosperar e crescer, enquanto muitas outras estão lutando para sobreviver?
Qual é o seu estilo de gestão?
Uma diferença importante está no estilo de gestão, que pode ser reativo ou proativo. Em uma organização reativa, os gerentes fazem exatamente o que o mundo lhes impõe, e eles reagem de acordo com a situação ao redor deles. Você vai ouvi-los usando as frases do primeiro parágrafo como desculpas. Eles reagem ao fato de que há menos clientes batendo em suas portas e que, os que batem, estão gastando menos dinheiro.
Gerentes proativos, por outro lado, estão inovando. Sabendo que o amanhã pode não trazer mais clientes potenciais do que o hoje, eles procuram novas maneiras de trazer mais clientes para as suas lojas (uma maneira de conseguir mais clientes é “roubá-los” de seus concorrentes). E se eles ainda continuarem a vender menos, eles pensarão no que fazer com suas mercadorias e em formas de aumentar o lucro. Eles fortalecem sua publicidade e apertam despesas operacionais gerais. No geral, eles mudam a forma de fazer negócios e evitam um erro banal - fazer a mesma coisa repetidamente esperando um resultado diferente.
Apertando o cinto sem estrangular as vendas
Quando se trata de reduzir as despesas, há ainda um erro mais grave que os varejistas reativos podem cometer. Certamente um aperto de cinto de vez em quando é bem-vindo. Mas, na maioria dos casos, quando os cortes são feitos de forma reativa, geralmente começam pela equipe, e geralmente começam no salão de vendas. Isso faz sentido se você tem vendedores improdutivos. O que não faz sentido, no entanto, é a forma como os varejistas reativos fazem esses cortes. Frequentemente eles são feitos com base no tempo de casa, em vez do desempenho.
O que uma organização reativa acaba fazendo é mantendo Maria, cujo desempenho nos últimos cinco anos tem ficado na média, enquanto que Susan, que sempre cumpre e supera suas metas, tem que sair porque ela só está lá há um ano. Algo está muito errado!
Prestação de contas com base no desempenho
Se as demissões forem necessárias, elas devem ser feitas com base no desempenho. Gerentes proativos dispõem de sistemas capazes de mensurar o desempenho de seus vendedores. Eles sabem quem está produzindo e quem não está. Então, se eles são forçados a fazer cortes, eles sabem exatamente por onde começar. Chamamos de "O Princípio da Divisão Justa" um método simples porém eficaz de se avaliar objetivamente a eficácia de sua equipe.
O Princípio da Divisão Justa
Para ilustrar como funciona, vamos dizer que uma loja tenha uma meta de R$ 10.000 para alcançar durante a semana. Há quatro vendedores e todos trabalham o mesmo número de horas. De acordo com o Princípio da Divisão Justa, cada vendedor é responsável por contribuir com 25% dos R$ 10.000. Isso significa que, se as pessoas trabalham o mesmo número de horas, deve-se esperar que vendam, pelo menos, um valor mínimo determinado. O que tende a ocorrer ao analisarmos os resultados semanais, revela outra diferença entre os gestores reativos e proativos.
Nós vamos continuar a usar o nosso exemplo de quatro vendedores, todos trabalhando a mesma quantidade de horas em uma loja. Suponha que uma pessoa vende R$ 4.000, outra vende R$ 2.500, outra R$ 1.500 e a última pessoa vende R$ 2.000. A loja acaba de chegar à meta de R$ 10.000. O gerente reativo está feliz, a loja alcançou o seu objetivo e ele não tem mais nada com que se preocupar. Como resultado, os dois vendedores que não contribuíram com a sua justa parte continuarão lá por meses, até mesmo anos, sem nunca serem notados, orientados ou substituídos. A vida continua, sem que ninguém perceba o impacto (ou a falta dele) que estas duas pessoas estão fazendo com a lucratividade da loja.
O impacto do desempenho de vendedores abaixo do padrão
O gerente proativo reconhece o impacto gerado por estas duas pessoas. Certamente eles veem que a loja alcançou sua meta, mas somente porque dois deles “carregaram” os outros dois. Então, eles pensam o que aconteceria se esses dois vendedores que vendem R$ 1.500 e R$ 1.000, respectivamente, atingissem o mínimo de R$ 2.500. A loja teria alcançado R$ 12.500. Em uma organização proativa, esses dois vendedores não ficariam meses ou anos, a menos que eles fossem capazes de melhorar as suas estatísticas.
Nós não estamos sugerindo que você demita todos os vendedores que ficam abaixo da meta. Você deve primeiro treiná-los, para ter certeza de que eles são capazes de atingir as metas mínimas. Em seguida, após um treinamento adequado, tem de haver um processo pelo qual os vendedores com desempenhos abaixo do padrão possam ser identificados e orientados, ou substituídos.
Dê uma olhada no estilo de gestão de sua organização. Será que estão todos tão ocupados reagindo, em vez de estar focados na melhoria das vendas? Comece a tomar medidas proativas hoje. O impacto que isso vai ter na lucratividade da sua loja pode surpreender você!
Harry J. Friedman
28 de nov. de 2013
Top 8 ideias bem baratas de Marketing Imobiliário
1. O marketing de eventos e de Conferências - Alguns chamam de seminários e exposições, mas todos eles têm a mesma finalidade. Ajuda-lo a elevar seu negócio para o próximo nível. Eventos de marketing imobiliário são algumas das melhores maneiras de ganhar conhecimento interno sobre a indústria imobiliária com os principais especialistas e investidores.
2. Usando o Facebook corretamente - Você pode já estar no Facebook. Isso é um bom lugar para estar. Você está usando corretamente? Há mais para o domínio on-line que o Facebook pode oferecer do que responder a mensagens. Um novo programa de publicidade foi lançado este ano. Você pode estar perdendo em algum grande tráfego por não fazer publicidade. Os custos podem ser tão baixos quanto US$ 0,10 por clique. Esta é uma ótima maneira de testar o novo marketing, se você estiver com pouco dinheiro.
3. Criar melhores vídeos do YouTube - Todo mundo tem o direito de fazer vídeos? Claro. Muitos são provavelmente muito ruins. Mas saiba que as pessoas respondem a grandes vídeos. Você tem um? Você sabe onde obtê-los? Um programa de software livre que você encontra em http://animoto.com/pricing pode ajudar os corretores de imóveis. Este programa permite que uma solução de um clique lhe ajude a fazer vídeos de graça. Você pode optar por pagar uma pequena taxa anual para o acesso ilimitado. Você pode fazer os melhores vídeos do YouTube sem nenhum dinheiro.
4. Mascote Imobiliário - Produza um mascote para divulgar sua imobiliária ou seus serviços de corretor independente. Lance uma camiseta com o mascote serigrafado. Destine as camisetas para algumas pessoas que andem em locais públicos e eventos da comunidade. Não se esqueça de obter algum vídeo de todas as aparências do seu personagem e publique-o nas redes sociais. É uma ideia divertida, não acha?
5. Kit de Marketing de guerrilha - Crie um kit de materiais de marketing para manter em seu carro. Assim você vai estar sempre preparado para uma oportunidade de promoção. Seu kit deve conter uma grande variedade de materiais e mídias. Aqui estão algumas ideias sobre o que incluir no seu kit: cartões de visita, canetas, folhetos, postais, flyers, informações de segurança, sinalização, adesivos, camisetas, etc. A ideia é que, se uma oportunidade de marketing aparecer, você deve ser capaz de abraçá-la. E se você fizer alguma coisa criativa e legal, tire fotos e compartilhe por meio das redes sociais.
6. Anuncie em caixas de pizza - Muitas pizzarias precisam cortar despesas e você pode fazer um acordo. Faça propaganda nas embalagens de pizzas. Algumas pizzarias irão permitir que você conecte um panfleto no topo. Outra opção é pagar por cortadores de pizza de plástico. Eles são mais caros, mas as pessoas os guardam.
7. Participe dos eventos escolares - é uma maneira fantástica de atender as famílias na comunidade. Estar nestes eventos lhe dará acesso mais fácil às oportunidades de marketing para os pais. Comercialização de seus serviços para as famílias jovens é uma situação ideal.
8. Programa de Marketing de Referência - Recompense clientes passados para a indicação de novos clientes. Certifique-se que cada pessoa saiba sobre o seu programa de referência de clientes e lembre-os de cada interação. Desenvolvimento de referências é a melhor estratégia de marketing para o corretor de imóveis.
21 de out. de 2013
A advocacia e as estratégias publicitárias - parte 1
A advocacia se desenvolve do mesmo modo, em suas
duas grandes vertentes: a contenciosa e a consultiva. Permanece uma atividade
de meio, regulada por Lei Especial (Estatuto da Advocacia e da Ordem dos
Advogados do Brasil – EAOAB) e Código de Ética Profissional (Código de Ética e
Disciplina – CED), cuja essência é a mesma, desde o começo do século passado.
Para a prestação dos serviços, o advogado se
socorre das mesmas fontes do Direito: lei, jurisprudência e doutrina. O meio de
comunicação é basicamente a escrita, não se podendo desconsiderar o impacto da
tecnologia que impõe maior velocidade nas respostas de consultas.
A lei da oferta e da demanda atinge diretamente o
modo como a advocacia é desenvolvida e a diminuição de oportunidades aumenta a
necessidade de divulgação de serviços, o que motiva inesgotáveis e novas
situações com as quais advogados tem de se deparar, além do reflexo nos
honorários profissionais.
A maior competição aumenta a necessidade de
divulgação da atividade pelos advogados, sobretudo pelo uso de estratégias
publicitárias.
Anos atrás, advogados tinham muitas dúvidas sobre
os limites das placas ou anúncios de seus escritórios. Hoje, os questionamentos
recaem para outras formas de divulgação, como eventos culturais, acadêmicos,
desportivos, atividades pro bono e outras.
Esta busca demonstra que o advogado necessita
divulgar cada vez mais suas atividades para desenvolver satisfatoriamente seu
trabalho.
Este fenômeno motiva reações opostas. Uns
contrários à publicidade, ao argumento de que a atividade não é mercantil.
Creio que o alicerce da carreira do advogado está
relacionado a estratégias publicitárias juntamente com a busca constante pela competência.
Sem competência, o advogado não consegue prestar boa assessoria jurídica,
tampouco assegura o sucesso profissional.
O sucesso é lento. Decorre do conhecimento,
dedicação e honestidade do profissional. Estratégias publicitárias não ganham
causas, não conferem credibilidade a pareceres, não representam boa qualidade
dos serviços jurídicos, mas podem sim ajudar a divulgar a boa reputação.
A trajetória profissional é de longa duração.
Muitos advogados que se socorrem exclusivamente das ferramentas de publicidade
podem alcançar visibilidade. Contudo, sem qualidade, essa visibilidade torna-se
transitória, rápida e não resiste ao controle maior da qualidade que é o
cliente.
Bons advogados e bancas são aqueles que resistem ao
tempo e, a cada dia que passa, conseguem manter qualidade e primar pela ética.
Volto a falar sobre o assunto num próximo post. Você saberá na prática como praticar o Marketing para atingir o sucesso como advogado.
25 de set. de 2013
Marketing Imobiliário: o segredo
Este post é a continuação do texto que publiquei em 23/9/2013. Naquele post falei da minha percepção sobre o marketing das imobiliárias e o que fazer para melhor atender aos desejos do consumidor.
Pois bem. E como posicionar a imobiliária na cabeça dos consumidores? Como transforma-los em clientes eternos?
A decisão que você tem que tomar está centrada no marketing. Então, aí vai a "receita do bolo":
1. Investir na identificação e imagem de credibilidade - aumente o grau de confiança e carinho pelos seus clientes eternos.
2. Reforçar a relação com o consumidor - tome medidas simples depois do consumidor efetivar a venda ou compra do imóvel. Cadastre-o e mantenha contato frequente, mesmo que seja apenas para desejar um bom dia.
3. Perseguir a venda adicional - uma boa opção é o segmento de seguro. Esse é um dos muitos exemplos de serviço adicional.
4. Seja uma imobiliária de pesquisa - utilize a base de dados de clientes para saber o comportamento das pessoas especialmente conjunto familiar do consumidor. Faça pelo menos pesquisas trimestrais.
5. Persiga a lucratividade agregada ao conjunto familiar do seu cliente. Transforme a imobiliária na referência de serviço e venda consultiva na comunidade de atuação.
Em outro post falarei da venda consultiva e do relacionamento de longo prazo.
Pois bem. E como posicionar a imobiliária na cabeça dos consumidores? Como transforma-los em clientes eternos?
A decisão que você tem que tomar está centrada no marketing. Então, aí vai a "receita do bolo":
1. Investir na identificação e imagem de credibilidade - aumente o grau de confiança e carinho pelos seus clientes eternos.
2. Reforçar a relação com o consumidor - tome medidas simples depois do consumidor efetivar a venda ou compra do imóvel. Cadastre-o e mantenha contato frequente, mesmo que seja apenas para desejar um bom dia.
3. Perseguir a venda adicional - uma boa opção é o segmento de seguro. Esse é um dos muitos exemplos de serviço adicional.
4. Seja uma imobiliária de pesquisa - utilize a base de dados de clientes para saber o comportamento das pessoas especialmente conjunto familiar do consumidor. Faça pelo menos pesquisas trimestrais.
5. Persiga a lucratividade agregada ao conjunto familiar do seu cliente. Transforme a imobiliária na referência de serviço e venda consultiva na comunidade de atuação.
Em outro post falarei da venda consultiva e do relacionamento de longo prazo.
23 de set. de 2013
Marketing Imobiliário: a lâmpada não é evolução da vela.
Tenho visto com frequência, que a percepção das empresas imobiliárias quanto ao atendimento e o relacionamento com os clientes está deficitário. Não porque os gestores não sabem o que fazer, aliás muitas vezes não sabem mesmo, mas porque se acomodaram.Os consumidores dos serviços imobiliários somos eu, você, ou seja, gente que chamamos de homem médio. O homem comum. Mas esse público quer mais. Quer algo que está na boca dos marqueteiros. Os consumidores querem ser pegos pela emoção. Aliás, consumir serviços imobiliários é o que, senão pura emoção.
Assim, o basicão é aquele clichê: atender às expectativas dos clientes.
Mas então vem a principal lei dos serviços prestados que dão certo. Qual é o foco? Poxa! Todo mundo já sabe. Focar na construção de relacionamentos de longo prazo, porque, repetindo, os consumidores querem excelência, acesso imediato à informação das soluções imobiliárias e entrega total da empresa para satisfação dos seus interesses.
O SEGREDO
Sabe aquele provável cliente? O cara que chamamos de "consumidor potencial"? É nesse grupo que está o segredo.
Todo indivíduo interessado em comprar ou vender um imóvel na comunidade é um consumidor potencial. Poderá ser o cliente de uma imobiliária.
A empresa imobiliária precisa conhecer e dominar profundamente a comunidade e os segmentos onde atua. Então vamos a algumas perguntas que precisam ser respondidas e você terá parte do segredo revelado:
- Qual o método ou sistema organizado de medição do potencial de mercado?
- Costuma pedir referências de novos consumidores potenciais aos clientes atuais?
- Sua equipe não pede referências. Por que?
- Qual o sistema de controle de número de ligações ou aproveitamento das visitas nos stands de vendas?
- Os objetivos dos investimentos em comunicação perseguem a transformação de consumidores potenciais e consumidores reais? Em que locais estão eles?
- Onde o concorrente mais forte leva vantagem?
E a pergunta principal. Qual a melhor forma de posicionar a imobiliária na cabeça dos consumidores potenciais?
No próximo post vem a "receita do bolo". Vamos falar do cliente eterno.
18 de set. de 2013
E-commerce X Shoppings
Venho mencionando em posts anteriores sobre as mudanças que tenho percebido no mercado, especialmente das lojas de shopping centers. Para vocês terem uma ideia, o e-bit disponibilizou um balanço do e-commerce brasileiro em 2012 onde as vendas nominais cresceram 20% em relação a 2011 e chegaram a R$ 22
bilhões. Para efeito de comparação, vale dizer que as vendas nos
shoppings aumentaram 10,6% no mesmo período, ficando perto dos R$ 120
bilhões. Isso significa que o varejo online vendeu no ano passado 18% do
que venderam todos os nossos shoppings. Nada menos que 10 milhões de
brasileiros fizeram uma compra pela internet pela primeira vez no ano
passado. Os produtos com maior volume de pedidos no nosso comércio
eletrônico em 2012 foram, pela ordem: 1) eletrodomésticos, 2) moda e
acessórios, 3) saúde, beleza e medicamentos, 4) informática e 5) casa e
decoração. Por isso, é importante os administradores de shoppings e lojistas neles instalados analisarem suas atuações, sendo que em determinados segmentos a necessidade de mudança beira a reinvenção. Fiquem atentos. Voltarei ao assunto em outros posts.
20 de ago. de 2013
Palestra "Bom é viver bem"
Em 16/08/2013 realizei a palestra "Bom é viver bem" no lançamento do empreendimento imobiliário Guarujá da Construtura Pilar em Luis Eduardo Magalhães, Bahia.
3 de mai. de 2013
A vaca roxa, ou o conceito de diferenciação
Seth Godin é autor de livros sobre negócios e orador desde os fins da década de 1990. Fundou e foi CEO de uma das primeiras companhias de marketing online, a Yoyodyne, que mais tarde vendeu ao Yahoo.
Em um de seus livros, "A Vaca Roxa", ele nos traz o conceito de diferenciação: ao dirigir em uma estrada, pouco se percebe da paisagem se as vacas no pasto forem malhadas, como sempre.
Ele chama um produto ou serviço memorável de "vaca Roxa".
Em um mundo saturado de informação, a propaganda não é mais capaz de ajudar as empresas a vender produtos comuns para pessoas comuns. O mercado de massa que construiu tantas marcas excepcionais já não consegue sustentar sua empresa.
As empresas, suas marcas e suas carreiras precisam de algo além de jingles, slogans e anúncios bonitinhos para se destacar na multidão. Ser suficientemente bom já não é suficientemente bom.
Somente o que for excepcional, incrível e notável tem alguma chance de tornar-se conhecido, comentado e lucrativo.
Em um de seus livros, "A Vaca Roxa", ele nos traz o conceito de diferenciação: ao dirigir em uma estrada, pouco se percebe da paisagem se as vacas no pasto forem malhadas, como sempre.
Ele chama um produto ou serviço memorável de "vaca Roxa".
Em um mundo saturado de informação, a propaganda não é mais capaz de ajudar as empresas a vender produtos comuns para pessoas comuns. O mercado de massa que construiu tantas marcas excepcionais já não consegue sustentar sua empresa.
As empresas, suas marcas e suas carreiras precisam de algo além de jingles, slogans e anúncios bonitinhos para se destacar na multidão. Ser suficientemente bom já não é suficientemente bom.
Somente o que for excepcional, incrível e notável tem alguma chance de tornar-se conhecido, comentado e lucrativo.
23 de abr. de 2013
Criatividade: maneiras de mantê-la em evidência
1. Faça listas.
2. Carregue um bloco de notas em todo lugar.
3. Escreva livremente.
4. Saia da frente do computador.
5. Dê tempo para você
6. Cante no chuveiro
7. Tome café. (Eu quero dizer um bom café)
8. Ouça novas músicas
9. Conviva com pessoas criativas
10. Peça feedback
11. Pratique, pratique, pratique
12. Permita-se a cometer erros
13. Viaje para um novo lugar
14. Descanse bastante
15. Assuma riscos com segurança
16. Quebre as regras
17. Leia uma página do dicionário
18. Pinte quadros
19. Pare de tentar ser alguém perfeito
Acrescente à lista quantas frases quiser. Seja criativo e seja feliz.
2. Carregue um bloco de notas em todo lugar.
3. Escreva livremente.
4. Saia da frente do computador.
5. Dê tempo para você
6. Cante no chuveiro
7. Tome café. (Eu quero dizer um bom café)
8. Ouça novas músicas
9. Conviva com pessoas criativas
10. Peça feedback
11. Pratique, pratique, pratique
12. Permita-se a cometer erros
13. Viaje para um novo lugar
14. Descanse bastante
15. Assuma riscos com segurança
16. Quebre as regras
17. Leia uma página do dicionário
18. Pinte quadros
19. Pare de tentar ser alguém perfeito
Acrescente à lista quantas frases quiser. Seja criativo e seja feliz.
22 de abr. de 2013
21 de abr. de 2013
De transações para relacionamentos
O tradicional modelo de venda orientado por transações é cada vez mais substituído por abordagens de venda orientadas por relacionamentos.
Inscreva-se no curso de Gerenciamento de Vendas de Alta Performance onde serão examinados esses assuntos.
Informações e inscrições:
Maisa - 77 9971-2141 ou 77 3613-4241
Inscreva-se no curso de Gerenciamento de Vendas de Alta Performance onde serão examinados esses assuntos.
Informações e inscrições:
Maisa - 77 9971-2141 ou 77 3613-4241
Tendências de liderança
A capacidade do gerente de vendas em liderar os vendedores é a principal razão para os vendedores deixarem as empresas.
Os vendedores querem saber que você está lá para apoiá-los.
Os gerentes devem mostrar aos representantes que estão preparados para ouvir e trabalhar com eles.
Os gerentes que simplesmente repassam clientes potenciais, ficam sentados no escritório fazendo orçamentos e só falam com os vendedores quando necessário serão odiados por seus funcionários.
A tendência a uma orientação de liderança por parte dos gerentes de vendas é examinada ao longo do curso de GERENCIAMENTO DE VENDAS DE ALTA PERFORMANCE que será realizado em Barreiras e Luis Eduardo. Inscreva-se já. Informações nos posts acima nesse blog.
Os vendedores querem saber que você está lá para apoiá-los.
Os gerentes devem mostrar aos representantes que estão preparados para ouvir e trabalhar com eles.
Os gerentes que simplesmente repassam clientes potenciais, ficam sentados no escritório fazendo orçamentos e só falam com os vendedores quando necessário serão odiados por seus funcionários.
A tendência a uma orientação de liderança por parte dos gerentes de vendas é examinada ao longo do curso de GERENCIAMENTO DE VENDAS DE ALTA PERFORMANCE que será realizado em Barreiras e Luis Eduardo. Inscreva-se já. Informações nos posts acima nesse blog.
18 de abr. de 2013
Acerte na reforma: 6 dicas para montar uma lanchonete
Elegante, charmoso, aconchegante ou moderno. O ambiente da sua lanchonete pode ter a melhor decoração do mundo, mas sem uma cozinha funcional e garçons bem preparados isso não vale de nada. Os clientes voltam pelo prato que chega corretamente, na temperatura ideal e bem preparado.
É muito comum o arquiteto conhecer a parte decorativa. Essas questões de retaguarda são para um profissional especializado
O mais importante na cozinha é ter fluxos de trabalho organizados. Pratos frios e frituras, por exemplos, não devem ficar muito próximos. Se você planeja construir um balcão, pense na altura das cadeiras e na posição que o cliente ocupa quando come neste local. Outro fator essencial é como o lanche sai da cozinha. A saída da cozinha tem que ser bem próxima das mesas.
Na hora de dispor as mesas no salão, deixe corredores para que os garçons possam chegar às suas praças com mais facilidade e sem atrapalhar ninguém.
3. A saída da cozinha tem que ser bem próxima das mesas. Quanto mais andar no salão, mais o lanche e as bebidas perdem qualidade.
4. O balcão é uma variável da mesa. Ele deve ser pensado para ter uma altura de 1,10 metro, com banquetas altas e uma forma que projete o cliente para frente. É bom ter uma saída da cozinha para atender especificamente esta área.
5. O garçom deve ter fácil acesso a itens como saleiro, guardanapo e talheres. Quando o cliente pedir, ele chega o mais rápido possível.
6. No salão, existem corredores, que o cliente não vê, mas o garçom já conhece para que o pedido chegue mais rápido. Divida o salão em praças de quatro ou cinco mesas para cada garçom.
É muito comum o arquiteto conhecer a parte decorativa. Essas questões de retaguarda são para um profissional especializado
O mais importante na cozinha é ter fluxos de trabalho organizados. Pratos frios e frituras, por exemplos, não devem ficar muito próximos. Se você planeja construir um balcão, pense na altura das cadeiras e na posição que o cliente ocupa quando come neste local. Outro fator essencial é como o lanche sai da cozinha. A saída da cozinha tem que ser bem próxima das mesas.
Na hora de dispor as mesas no salão, deixe corredores para que os garçons possam chegar às suas praças com mais facilidade e sem atrapalhar ninguém.
1. Estude todos os processos e fluxos para que eles possam convergir para um único ponto chamado de boqueta ou saída da cozinha. Se você faz hambúrguer e batata frita para um mesmo pedido, os dois devem chegar juntos sem se cruzar na cozinha.
2. Evite deixar a área fria, para saladas e sobremesas, próxima da fritura. A louça suja e o lixo não podem atravessar a cozinha e precisam fazer um caminho paralelo para levar as peças já limpas.
3. A saída da cozinha tem que ser bem próxima das mesas. Quanto mais andar no salão, mais o lanche e as bebidas perdem qualidade.
4. O balcão é uma variável da mesa. Ele deve ser pensado para ter uma altura de 1,10 metro, com banquetas altas e uma forma que projete o cliente para frente. É bom ter uma saída da cozinha para atender especificamente esta área.
5. O garçom deve ter fácil acesso a itens como saleiro, guardanapo e talheres. Quando o cliente pedir, ele chega o mais rápido possível.
6. No salão, existem corredores, que o cliente não vê, mas o garçom já conhece para que o pedido chegue mais rápido. Divida o salão em praças de quatro ou cinco mesas para cada garçom.
Crescem as vendas diretas
Além do avanço do varejo online, os shoppings terão que enfrentar também a concorrência reforçada das vendas diretas. A mais recente novidade foi o anúncio da Marisa, que já conta com cerca de 700 consultoras para vender no sistema porta-a-porta roupas e acessórios femininos, incluindo peças de lingerie. A ideia é ter 10 mil consultoras até o final do ano colocando em prática o tema “Agora a Marisa está onde você estiver”. Outra marca que aposta firme na venda direta é O Boticário. A consolidacão do varejo multicanal no Brasil deve apressar mudanças nas estratégias dos shoppings brasileiros.
E VOCÊ? ESTÁ ESPERANDO O QUE PARA SE CAPACITAR? INSCREVA-SE JÁ NO CURSO DE GERENCIAMENTO DE VENDAS
E VOCÊ? ESTÁ ESPERANDO O QUE PARA SE CAPACITAR? INSCREVA-SE JÁ NO CURSO DE GERENCIAMENTO DE VENDAS
17 de abr. de 2013
Corretor de imóveis eficiente. Recebi esse email:
Alterei dados do corretor e do empreendimento:
Olá
Convido você a participar deste projeto lançado recentemente.
Sucesso absoluto, faltam poucas unidades para comercializar.
É com certeza um excelente investimento com ótima rentabilidade, além da valorização de um imóvel perto da praia.
Segue abaixo breve descrição do conceito "Turim Veneza".
O Grupo TV, já consagrado na cidade de Turim, vai administrar o projeto "Turim Veneza".
Será um edifício residencial, construído pela Concreto.
Algumas unidades (+/_130) serão vendidas para moradores ou investidores. A Turim Patrimonial (empresa integrante do grupo) fará a administração das unidades próprias, e também as de quem quiser participar do pool.
O POOL é uma administração onde, você investidor, deixa a sua unidade com a Turim Patrimonial, ela faz tudo, faz a captação de locatário, faz a manutenção predial, contrata pessoal, cuida do restaurante, etc. etc., no final de cada mês faz o rateio entre todas as unidades e deposita o rendimento no sua conta, mesmo que a sua unidade não tenha sido locada neste período.
Você deixa o tempo que quiser no pool e sai quando quiser. Pode usar o seu imóvel e depois retornar ao POOL.
Rendimento esperado: 0,8 a 0,9% de retorno líquido do capital investido, além da valorização do imóvel.
A Turim já tem uma grande quantidade de empresas cadastradas (300), incluindo multinacionais, portanto já vai inaugurar com clientela fixa, isso é de longe a melhor razão para investir neste projeto (92% de ocupação). Locação mínima de 30 dias é outro grande diferencial, há pouca rotatividade.
Localizado em Turim, a uma quadra da praia.
Solicite a apresentação completa e a tabela com fluxo do investimento.
Conheça de perto o projeto, venha ao Stand de Vendas, temos maquete, aptº decorado (lindíssimo).
FOTO DO EMPREENDIMENTO
Agende a sua visita com antecedência.
Abraços
João Carlos - Corretor
CRECI: 000000
(00) 0000-0000
joãocarlos@corretor.com.br
joãocarlos@hotmail.com
Olá
Convido você a participar deste projeto lançado recentemente.
Sucesso absoluto, faltam poucas unidades para comercializar.
É com certeza um excelente investimento com ótima rentabilidade, além da valorização de um imóvel perto da praia.
Segue abaixo breve descrição do conceito "Turim Veneza".
O Grupo TV, já consagrado na cidade de Turim, vai administrar o projeto "Turim Veneza".
Será um edifício residencial, construído pela Concreto.
Algumas unidades (+/_130) serão vendidas para moradores ou investidores. A Turim Patrimonial (empresa integrante do grupo) fará a administração das unidades próprias, e também as de quem quiser participar do pool.
O POOL é uma administração onde, você investidor, deixa a sua unidade com a Turim Patrimonial, ela faz tudo, faz a captação de locatário, faz a manutenção predial, contrata pessoal, cuida do restaurante, etc. etc., no final de cada mês faz o rateio entre todas as unidades e deposita o rendimento no sua conta, mesmo que a sua unidade não tenha sido locada neste período.
Você deixa o tempo que quiser no pool e sai quando quiser. Pode usar o seu imóvel e depois retornar ao POOL.
Rendimento esperado: 0,8 a 0,9% de retorno líquido do capital investido, além da valorização do imóvel.
A Turim já tem uma grande quantidade de empresas cadastradas (300), incluindo multinacionais, portanto já vai inaugurar com clientela fixa, isso é de longe a melhor razão para investir neste projeto (92% de ocupação). Locação mínima de 30 dias é outro grande diferencial, há pouca rotatividade.
Localizado em Turim, a uma quadra da praia.
Solicite a apresentação completa e a tabela com fluxo do investimento.
Conheça de perto o projeto, venha ao Stand de Vendas, temos maquete, aptº decorado (lindíssimo).
FOTO DO EMPREENDIMENTO
Agende a sua visita com antecedência.
Abraços
João Carlos - Corretor
CRECI: 000000
(00) 0000-0000
joãocarlos@corretor.com.br
joãocarlos@hotmail.com
Heineken introduz garrafa que interage uma com a outra, com o ambiente e com as pessoas ao redor
Na Semana de Design de Milão deste ano, que está rolando esta semana, Heineken introduziu a “cerveja inteligente”, uma garrafa que interage com as outras, com o ambiente e com as pessoas ao redor.
O projeto, chamado Heineken Ignite, é resultado de investimento da marca em pesquisa por tecnologia e design pioneiros para criar novas formas de experimentar o produto e a marca.
A garrafa interativa usa microsensores e tecnologia wifi para detectar quando as pessoas estão batendo as garrafas umas nas outras, brindando. Ela também reage quando uma pessoa toma um gole, respondendo à música ambiente.
Com a ajuda de LEDs, microprocessadores e acelerômetros, esses movimentos fazem com que as luzes da garrafa se acendam e pisquem.
Os efeitos também podem ser ativados remotamente, tornam-se compatíveis à softwares abertos e podendo ser sincronizados, por exemplo, às batidas da música que está tocando no ambiente.
O projeto abraça a cultura da balada, tornando a experiência com a marca mais próxima da vida de cada um e o ato de beber da garrafa uma brincadeira divertida.
Veja mas detalhes aqui.
Fonte: Brainstrom #9
O projeto, chamado Heineken Ignite, é resultado de investimento da marca em pesquisa por tecnologia e design pioneiros para criar novas formas de experimentar o produto e a marca.
A garrafa interativa usa microsensores e tecnologia wifi para detectar quando as pessoas estão batendo as garrafas umas nas outras, brindando. Ela também reage quando uma pessoa toma um gole, respondendo à música ambiente.
Com a ajuda de LEDs, microprocessadores e acelerômetros, esses movimentos fazem com que as luzes da garrafa se acendam e pisquem.
Os efeitos também podem ser ativados remotamente, tornam-se compatíveis à softwares abertos e podendo ser sincronizados, por exemplo, às batidas da música que está tocando no ambiente.
O projeto abraça a cultura da balada, tornando a experiência com a marca mais próxima da vida de cada um e o ato de beber da garrafa uma brincadeira divertida.
Veja mas detalhes aqui.
Fonte: Brainstrom #9
15 de abr. de 2013
Como está a reputação digital de sua empresa?
Vivemos um momento único nos mercados de consumo. Os modelos e ferramentas que sempre foram utilizados pelas empresas na economia tradicional já dão sinais de desgaste.
Com a expansão da Internet e proliferação das redes sociais, o valor das coisas não é mais construído apenas pelas milionárias campanhas publicitárias que as empresas fazem, mas também pela reputação que os mesmas possuem dentro das mídias sociais. Essa, por sua vez, construída a partir da percepção coletiva que o efeito de rede proporciona.
Podemos dizer que esse fenômeno não é novo, pois sempre houveram redes de conhecidos.
A grande diferença para os tempos atuais é que a Internet potencializou esse comportamento humano. Isso fez com que o inocente boca-a-boca de antigamente se transformasse no pesadelo dos profissionais de marketing.
Dessa forma, o valor das trocas (indicações, links, twittadas, blogs de recomendação, comunidades de reclamação, etc) tem se tornado cada vez mais relevante e perceptível para as organizações.
Já está muito claro para todos, consumidores e empresas, que o ambiente de negócios não é mais o mesmo e não adianta ficar indiferente a pressão que a reputação digital tem exercido sobre marcas, produtos, pessoas e tendências. Sendo assim, quem souber aproveitar melhor as oportunidades que este novo cenário está gerando sairá na frente.
Com a expansão da Internet e proliferação das redes sociais, o valor das coisas não é mais construído apenas pelas milionárias campanhas publicitárias que as empresas fazem, mas também pela reputação que os mesmas possuem dentro das mídias sociais. Essa, por sua vez, construída a partir da percepção coletiva que o efeito de rede proporciona.
Podemos dizer que esse fenômeno não é novo, pois sempre houveram redes de conhecidos.
A grande diferença para os tempos atuais é que a Internet potencializou esse comportamento humano. Isso fez com que o inocente boca-a-boca de antigamente se transformasse no pesadelo dos profissionais de marketing.
Dessa forma, o valor das trocas (indicações, links, twittadas, blogs de recomendação, comunidades de reclamação, etc) tem se tornado cada vez mais relevante e perceptível para as organizações.
Já está muito claro para todos, consumidores e empresas, que o ambiente de negócios não é mais o mesmo e não adianta ficar indiferente a pressão que a reputação digital tem exercido sobre marcas, produtos, pessoas e tendências. Sendo assim, quem souber aproveitar melhor as oportunidades que este novo cenário está gerando sairá na frente.
5 de abr. de 2013
O que acompanhou a nossa infância
Uma onda saudosista invadiu também as guloseimas que gostávamos na nossa infância. Muitos desse produtos ainda são fabricados como as Balas Soft por exemplo, embora o fabricante tenha mudado o formato das balas, pois as crianças engasgavam engolindo inteira. Aliás, eu fui um dos que engoliu a bala inteira.

31 de mar. de 2013
A teoria dos jogos, as grandes empresas e a propaganda de margarina
A teoria dos jogos é o estudo de como as pessoas se comportam em situações estratégicas. Por "estratégicas", nos referimos a situações em que cada pessoa, ao decidir que ações praticará, precisa levar em consideração a maneira como outras pessoas reagirão a elas. Como o número de empresas dos mercados oligopolistas é pequeno, cada uma delas precisa agir estrategicamente. Cada empresa sabe que seu lucro depende não só de quanto produz, mas também de quanto as outras empresas produzem. Ao tomar sua decisão de produção, cada empresa pertencente a um oligopólio deve levar em consideração o modo como sua decisão poderá afetar as decisões de produção de todas as outras empresas.Vejamos quando duas empresas oligopolistas fazem propaganda para atrair os mesmos clientes. Vamos considerar duas empresas fabricantes de margarina, a marca Delícia e a marca Qualy. Se nenhuma delas fizer propaganda, as duas dividirão o mercado entre si. Se as duas fizerem, também dividirão o mercado, mas os lucros serão menores porque cada uma terá de arcar com o custo da propaganda. Mas, se uma empresa anunciar e a outra não, a que anunciou atrairá clientes da outra.
Portanto, é possível que quanto menos propaganda as empresas oligopolistas do mercado de margarinas fizerem, mais lucros estas empresas terão.
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