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9 de nov. de 2017

O EMPREENDEDOR DO RAMO DE RESTAURANTES E A AUTOCONFIANÇA

Você já percebeu a velocidade com fecham as portas a maioria dos estabelecimentos na área de alimentação?

Dentre várias explicações uma em particular sobressalta.

Tenho constatado que na maioria dos casos o retorno sobre o capital investido permanece cronicamente abaixo de zero. Isso mesmo. Menos que zero.

Ou seja, como consequência, fecham as portas, em sua maioria em menos de 3 anos.

Sabe porquê? Por causa do excesso de AUTOCONFIANÇA dos empreendedores/gestores.

Na maioria dos casos os empreendedores superdimensionam a provável clientela. E porque superdimensionam? Porque isto é inerente ao ser humano. Superdimensionar suas ações, superdimensionar os cenários.

E qual a solução para minimizar esta situação de baixo retorno sobre o capital investido? Na fase de planejamento do empreendimento é PARTIR SEMPRE DE CENÁRIOS PESSIMISTAS para avaliar a viabilidade do empreendimento.

Só assim você poderá analisar com mais qualidade os cenários para um crescimento sustentável do negócio.

26 de mai. de 2016

Existe coach-consultor?

É certo que um coach para empresas e um consultor de empresas podem ajudar os gestores nos seus negócios e para cada profissional, sendo coach ou consultor, é necessário que os mesmos tenham um conjunto de habilidades.

Não seria ótimo se você pudesse encontrar ambos os conjuntos de habilidades em uma única pessoa?  

Vejamos se isto é possível.

O trabalho de um coach para empresas

Como um treinador de um time de vôlei, por exemplo, um coach para empresas trabalha em trazer o melhor que já está dentro de cada pessoa. O coaching de negócios concentra-se no que você é e o que você deseja criar para o seu negócio. Mas não só isto. O coaching também “olha” o seu estilo de vida e fundamentalmente vai ajudá-lo a manter-se motivado para avançar em seus sonhos, objetivos e tarefas.

Conjuntamente, coach e gestor vão se concentrar em desenvolver o potencial mais elevado do gestor, onde o coach vai encorajá-lo, apoiá-lo e principalmente, ter empatia com o gestor. O coach vai ajudá-lo a descobrir ideias sobre onde as coisas não estão funcionando e ajudá-lo a tocar na sua sabedoria.

As palavras-chave de um trabalho de coaching nas empresas:

Debate, clareza, distrações, medos, foco, acompanhamento, implementação, crenças limitantes, motivação, propósito, auto-sabotagem, gerenciamento de tempo, visão.

O resultado deste treinamento será de que você poderá criar um plano infalível para avançar e poderá ser o mentor das ações para que seus parceiros possam ajudá-lo no crescimento do seu negócio.

O trabalho de um consultor de empresas

Um consultor de empresas é um especialista em áreas operacionais do negócio, seja em marketing,  planejamento, custos, operação, financeiro, enfim, alguém que vai ajudá-lo no crescimento de um negócio, ensinar a utilizar as melhores ferramentas de gestão, ou ainda, melhorando a gestão  por meio de análise, diagnóstico e sugestão/implementação de mudanças operacionais. Tudo isto, com plano de ação para que a empresa possa avançar em seus projetos. Portanto, o foco da consultoria é fazer com que projetos e tarefas melhorem o seu negócio.

As palavras-chave de um trabalho de consultoria nas empresas:

Planejamento e estratégia de negócios, ofertas de serviços/produtos e preços, sentido de negócio, delegação/lidar com a equipe, planejamento de marketing, planejamento de projetos, sistemas de gestão do negócio.

A Resposta

Há uma boa analogia que ilustra a diferença entre um coach e um consultor:

O coach irá ajudar a compreender como e porque você não dirige um carro. Ajudá-lo a determinar o que está impedindo de voltar ou iniciar ao volante e estar ao seu lado quando você voltar a dirigir.

Um consultor de negócios irá explicar por que um carro é superior a outro, ensiná-lo a dirigir o carro, e, se necessário, andar de com e para você.

Então, é possível um trabalho no modo híbrido, como coach-consultor? Sim.

A mesma pessoa poderá oferecer o melhor de ambas as profissões: conselhos e experiência quando o gestor precisar dele, motivação e brainstorming quando o gestor estiver “travado”, discernimento para melhorar seu interior e melhorar sua empresa na busca da alta performance.

17 de mai. de 2016

A reviravolta na sua empresa

(Não deixe de ler meu texto anterior: Crise? Você só enxerga crise? Como resgatar sua empresa e fazê-la crescer.)
Promover a reviravolta em uma empresa não é uma tarefa fácil para os gestores e consultores. Ainda que a empresa esteja no auge, pode ser que haja a necessidade de uma readequação, um reposicionamento, pois o mercado está mudando, como é natural e, portanto, sinais sendo emitidos podem indicar a necessidade de mudança.
A necessidade destas mudanças pode ser mais profunda quando empresas estão em dificuldades financeiras. O nível da mudança será indicado pelo nível das dificuldades enfrentadas.
Assim, especialistas em Reviravoltas nas empresas são chamados a ação. Veja o diagrama:

Perceba que a gestão de reviravolta em uma empresa em dificuldades deverá ser baseada em:
- Avaliação rápida e precisa da situação, estabelecendo a capacidade de sobrevivência de curto prazo e viabilidade de retorno de longo prazo.
- Formulação apropriada da estratégia de recuperação em termos de reposicionamento estratégico, reestruturação, liderança revitalizada, aumento de receita, redução de custos e redução de capital empregado.
Uma Reviravolta exige do gestor/consultor um profundo conhecimento de como administrá-la, à medida que progride a administração dos estágios de rotação naturais - de avaliação de situação, de gestão de emergências, de reestruturação e de recuperação. De outro modo, exige-se a aplicação rigorosa de melhor plano de prática de resposta para gerir, estabilizar e posicionar a empresa em dificuldades em termos estratégicos, organizacionais e operacionais.
Neste contexto, uma empresa de consultoria de gestão poderá implementar a reviravolta na empresa, visto que a utilização de ferramentas e metodologias para avaliar situações de resposta devem ser especialidade de tal consultoria, para no fim, gerir a execução do plano de recuperação de forma rápida e eficiente.
Portanto, para se promover Reviravoltas em empresas,  uma consultoria em gestão deve estar na vanguarda, estabelecendo as melhores práticas, advindas de muita pesquisa, estudando as lições aprendidas a partir de Reviravoltas em todo o mundo.

16 de mai. de 2016

Crise? Você só enxerga crise? Como resgatar sua empresa e fazê-la crescer.

Em tempos difíceis não enxergamos nada além da crise. Porém, é nesses momentos que você pode encontrar uma nova vida.” Cristina Chen
  “Você só descobre quem estava nadando pelado quando a maré abaixa.” Warren Buffett
Os dias atuais e as vivências
Estamos vivenciando uma crise política e econômica sem precedentes no Brasil. E estes eventos afetam a todos nós em vários níveis, porém, saiba que nas empresas as crises não são mais cíclicas. A dinâmica de crise é contínua. É preciso ajustar constantemente a gestão da empresa, pois o mundo globalizado nos impõem tais ajustes.
Diante deste cenário os empresários devem analisar cada passo para garantir que uma empresa sobreviva às crises que as ameaçam. Mas, muitas vezes não é isto que acontece. É comum empresários não tomarem decisões e ações necessárias de ajustes na gestão, redirecionando o foco e os objetivos. Esta inércia ocorre, dentre outros motivos, por acharem que este é apenas um momento passageiro e que logo voltará o crescimento do mercado. É um risco elevado pensar assim. É o risco da INSOLVÊNCIA. E a insolvência trás incerteza e sofrimento. Uma situação traumática. 
Os dias de bonança e a invulnerabilidade
Nestes tempos ágeis, globalizados, a queda de uma empresa é um processo rápido. As empresas atuais estão inseridas num contexto de riscos e oportunidades nunca antes vividos. Não se pode paralisar, acomodar e esperar a crise para vir a bonança. As correções de rumos devem ser rápidas. Ou seja, os resultados negativos muitas vezes acabam sendo ignorados e isso é fatal.
O tratamento para a crise
Veja no gráfico abaixo a dinâmica de uma crise e as medidas para restabelecer o valor da empresa:

Um dos meus gurus, Nassim Taleb, autor do livro “O lógica do Cisne Negro”, ensina que é possível nos beneficiarmos da desordem. Como? Sabendo trabalhar em meio à volatilidade, a variabilidade, ao stress.
Este contexto adverso e outros que virão exigem o tratamento da dificuldade, com gestão competente, administrando na turbulência. As prioridades mudam neste contexto. Por isso, quando uma empresa é atingida pelos resultados negativos que vão se avolumando, vem a necessidade de se implementar um PROGRAMA PARA RECUPERAR, CONSOLIDAR E AMPLIAR OS NEGÓCIOS DA EMPRESA.
O arsenal
Você viu acima no gráfico um contexto macro de ações e serem implementadas em cada fase que determinada empresa se encontra.
Saiba que existe um arsenal de ferramentas para cada contexto financeiro e corporativo dos negócios que aplicadas corretamente garantem um aumento nas chances de sobrevivência do negócio e o seu consequente crescimento.
É preciso utilizar este ferramental aproximando o empresário na busca dos remédios para tratar a dificuldade. Executivos e funcionários devem estar engajados nesta busca.
Se o desempenho do negócio é lento ou abaixo do ideal, ou ainda pior, é necessária uma transformação com reposicionamento estratégico e melhoria na eficácia da cadeia de valor. 
Esta tendência de queda, e especialmente, com a aproximação de dificuldade financeira, pode ser o sinal necessário para o gestor falar com consultores de resposta. Apenas praticantes de resposta podem ajudar com as ações de gerenciamento de emergência necessárias e mudar a eficácia partindo para uma reviravolta. 
Como um Consultor pode ajudar?
A necessária reestruturação e melhoria de resultados para potencializar estes resultados virá de ações para tornar a empresa mais competitiva e lucrativa. Uma equipe multidisciplinar altamente capacitada poderá e deverá auxiliar a empresa a:
 - DIAGNOSTICAR O MOMENTO ESTRATÉGICO E OPERACIONAL
- PROVER UM PLANO DE REVITALIZAÇÃO
- BUSCAR A EFICIÊNCIA OPERACIONAL E O CRESCIMENTO NAS VENDAS
- PROMOVER A CONSISTÊNCIA NOS CONTROLES E SISTEMAS DE GESTÃO.
- ANALISAR E PROPOR AÇÕES PARA A PROTEÇÃO PATRIMONIAL
Por isso, quando você perceber que os níveis de saúde financeira do seu negócio não estão bons, analise se não seria o momento de buscar ajuda de alguém de fora da empresa. Talvez a percepção necessária para a reviravolta esteja dependendo de alguém que consiga visualizar o negócio de outra maneira.

21 de jul. de 2015





Napoleon Hill talvez tenha sido o homem mais influente na área de realização pessoal de todos os tempos. Ele foi assessor dos presidentes americanos Woodrow Wilson e Franklin Delano Rooseveld.

25 de set. de 2013

Marketing Imobiliário: o segredo

Este post é a continuação do texto que publiquei em 23/9/2013. Naquele post falei da minha percepção sobre o marketing das imobiliárias e o que fazer para melhor atender aos desejos do consumidor.

Pois bem. E como posicionar a imobiliária na cabeça dos consumidores? Como transforma-los em clientes eternos?

A decisão que você tem que tomar está centrada no marketing. Então, aí vai a "receita do bolo":

1. Investir na identificação e imagem de credibilidade - aumente o grau de confiança e carinho pelos seus clientes eternos.

2. Reforçar a relação com o consumidor - tome medidas simples depois do consumidor efetivar a venda ou compra do imóvel. Cadastre-o e mantenha contato frequente, mesmo que seja apenas para desejar um bom dia.

3. Perseguir a venda adicional - uma boa opção é o segmento de seguro. Esse é um dos muitos exemplos de serviço adicional.

4. Seja uma imobiliária de pesquisa - utilize a base de dados de clientes para saber o comportamento das pessoas especialmente conjunto familiar do consumidor. Faça pelo menos pesquisas trimestrais.

5. Persiga a lucratividade agregada ao conjunto familiar do seu cliente. Transforme a imobiliária na referência de serviço e venda consultiva na comunidade de atuação.

Em outro post falarei da venda consultiva e do relacionamento de longo prazo.

23 de set. de 2013

Marketing Imobiliário: a lâmpada não é evolução da vela.

Tenho visto com frequência, que a percepção das empresas imobiliárias quanto ao atendimento e o relacionamento com os clientes está deficitário. Não porque os gestores não sabem o que fazer, aliás muitas vezes não sabem mesmo, mas porque se acomodaram.

Os consumidores dos serviços imobiliários somos eu, você, ou seja, gente que chamamos de homem médio. O homem comum. Mas esse público quer mais. Quer algo que está na boca dos marqueteiros. Os consumidores querem ser pegos pela emoção. Aliás, consumir serviços imobiliários é o que, senão pura emoção.

Assim, o basicão é aquele clichê: atender às expectativas dos clientes.

Mas então vem a principal lei dos serviços prestados que dão certo. Qual é o foco? Poxa! Todo mundo já sabe. Focar na construção de relacionamentos de longo prazo, porque, repetindo, os consumidores querem excelência, acesso imediato à informação das soluções imobiliárias e entrega total da empresa para satisfação dos seus interesses.

O SEGREDO

Sabe aquele provável cliente? O cara que chamamos de "consumidor potencial"? É nesse grupo que está o segredo.
Todo indivíduo interessado em comprar ou vender um imóvel na comunidade é um consumidor potencial. Poderá ser o cliente de uma imobiliária.

A empresa imobiliária precisa conhecer e dominar profundamente a comunidade e os segmentos onde atua. Então vamos a algumas perguntas que precisam ser respondidas e você terá parte do segredo revelado:

- Qual o método ou sistema organizado de medição do potencial de mercado?
- Costuma pedir referências de novos consumidores potenciais aos clientes atuais?
- Sua equipe não pede referências. Por que?
- Qual o sistema de controle de número de ligações ou aproveitamento das visitas nos stands de vendas?
- Os objetivos dos investimentos em comunicação perseguem a transformação de consumidores potenciais e consumidores reais? Em que locais estão eles?
- Onde o concorrente mais forte leva vantagem?

E a pergunta principal. Qual a melhor forma de posicionar a imobiliária na cabeça dos consumidores potenciais?

No próximo post vem a "receita do bolo". Vamos falar do cliente eterno.

18 de set. de 2013

E-commerce X Shoppings

Venho mencionando em posts anteriores sobre as mudanças que tenho percebido no mercado, especialmente das lojas de shopping centers. Para vocês terem uma ideia, o e-bit disponibilizou um balanço do e-commerce brasileiro em 2012 onde as vendas nominais cresceram 20% em relação a 2011 e chegaram a R$ 22 bilhões. Para efeito de comparação, vale dizer que as vendas nos shoppings aumentaram 10,6% no mesmo período, ficando perto dos R$ 120 bilhões. Isso significa que o varejo online vendeu no ano passado 18% do que venderam todos os nossos shoppings. Nada menos que 10 milhões de brasileiros fizeram uma compra pela internet pela primeira vez no ano passado. Os produtos com maior volume de pedidos no nosso comércio eletrônico em 2012 foram, pela ordem: 1) eletrodomésticos, 2) moda e acessórios, 3) saúde, beleza e medicamentos, 4) informática e 5) casa e decoração. Por isso, é importante os administradores de shoppings e lojistas neles instalados analisarem suas atuações, sendo que em determinados segmentos a necessidade de mudança beira a reinvenção. Fiquem atentos. Voltarei ao assunto em outros posts.

11 de jun. de 2013

O que é ter sorte? Você tem sorte?

Começo este post com a citação abaixo:

“Sorte é o que acontece quando preparação encontra oportunidade.” Sêneca.

Agora leia essa:

“Eu tive sorte de ter uma família e professores que me encorajavam… foi uma sorte incrível me tornar amigo do Paul Allen… Sem o Paul, não haveria Microsoft.” Bill Gates.

Fatores fora do nosso controle influenciem muito na forma como somos (nível social que nascemos, cor, sexo, altura, família, etc), o que muitos botam na conta da sorte, na verdade é o resultado de uma forma de pensar e agir. Em outras palavras acredito sim, que sorte é uma questão de técnica.

Sorte é uma questão de ponto de vista e postura psicológica. Se você procura a sorte em tudo, você a encontrará. Quanto mais você se expuser, mais chance tem de ser sortudo. E detalhe: quanto mais você buscar o fracasso, mais sortudo será.

Quem você acredita que será mais sortudo? A pessoa que ficar em casa reclamando, vendo notícia ruim na TV, ou a pessoa que vai para a rua de peito aberto ver como pode ajudar.

Veja essa entrevista do Marcel Telles:



Entenda que situações onde nos consideraríamos sortudos estão acontecendo a todo momento, o que nós temos que fazer é nos expor a elas.

29 de mai. de 2013

Trabalho manual: tenha um, faça um.

Em 2006, Mathew Crawford, um americano com pós-doutorado, publicou artigo no qual defendia a importância do trabalho manual para a satisfação pessoal. Baseava-se na própria experiência: havia largado o emprego numa grande empresa na capital dos EUA para abrir uma oficina de motocicletas antigas. Descobriu, com a nova atividade, um contentamento que jamais havia experimentado quando dedicado exclusivamente às atividades intelectuais. Escreveu ele:


“A satisfação de manifestar-se de maneira concreta através das habilidades manuais tornam o homem sossegado e tranquilo. Ela parece aliviá-lo da necessidade de oferecer interpretações sobre si mesmo a fim de reivindicar o próprio valor. Ele pode simplesmente apontar: o prédio está de pé, o carro funciona, as luzes estão ligadas. A perícia profissional tem de contar com o infalível julgamento da realidade.”

De fato, fala-se muito em “sociedade do conhecimento” e em “capital intelectual”, mas em nenhum momento se considera que isso tenha a ver com atividades eminentemente práticas. Pensa-se sempre em ideias, pesquisas, insights...Porém, a separação entre trabalho intelectual e manual talvez nem exista, não ao menos da forma como a concebemos.
Trabalhos manuais seriam atividades secundárias, menos importantes? Nem tanto. Para uns, funciona como terapia; para outros, como a verdadeira fonte de significado no trabalho, aquela que a atividade principal, exclusivamente “cerebrina”, não conseguiu oferecer.

Somos todos empreendedores

Existem diversos tipos de empreendedores, e cada um precisa ser tratado de forma diferente, pois seus objetivos e o perfil de quem toca a empresa, também são diferentes.


Existem 5 tipos de empreendedorismo


1. O empreendedor de estilo de vida
Esse é o cara que quer fazer o dele, não atrapalhar ninguém, ficar longe de estresse e aproveitar a vida do seu jeito. Normalmente estes estão espalhados em pequenas cidades, seja ensinando surfe, violão,  ou gerenciando um barzinho onde seus amigos vão lá todo dia beber um pint com ele. Ele claramente não visa maximizar seu lucro e nem quer saber de escalabilidade. Ele quer pagar as contas e relaxar. Inclusive provavelmente gostará de ficar bem longe de consultorias e investimentos de terceiros.


2. Pessoas “atuais”, normalmente muito ambiciosas, tecnólogos.
Não tem medo de empreender sabendo que tem 90% de chance de, antes de fazer a empresa decolar, explodir o foguete e abrir uma cratera enorme ainda no chão.
Esse empreendedor está está pensando principalmente em ganhar milhões e mudar o mundo com seu produto. Você terá que buscar um investidor tão louco quanto você (o modelo Business Canvas ajuda muito - falarei sobre a ferramenta em outro post), validar um modelo de negócios escalável e pisar no acelerador como nunca antes. Isso normalmente envolve conseguir levantar ainda mais dinheiro para chegar lá.
3. Intraempreendedores

Os “Intrapreneurs” trabalham em empresas grandes e utilizam todos os recursos que tem lá dentro para inovar e gerar mais valor. Eles tem sido apontados como solucionadores dos problemas das grandes empresas, inclusive gerando programas de intraempreendedorismo dentro das próprias organizações. Pessoas muito engajadas com a cultura da empresa e que tem o ótimo vício de se cobrar muito mais do que a empresa o faz.


4. Donos de Pequenos Negócios

Estes são responsáveis por empregar por volta de 60% dos brasileiros e tem como objetivo maior alimentar a família, atender bem o cliente e gerar empregos. Apesar de muitos verem esses negócio com pouco glamour, vale destacar o papel importante que tem no desenvolvimento do Brasil. São verdadeiros guerreiros

5. Empreendedores Sociais

Estes tem como objetivo gerar impacto positivo na sociedade. O que os move é uma missão verdadeira. São pessoas incríveis, muito positivas e com um brilho nos olhos inspirador. Eles enfrentam o  preconceito com relação ao assistencialismo e ONGs agindo contra e, por isso, muitas vezes brigam muito para encontrar investimento e conhecimento acessível.

Então, você (1) é ou pretende ser um empreendedor, (2) trabalha com empreendedores ou (3) quer dar algum tipo de suporte a eles (consultoria - é o que eu faço).

Seja empreendedor, qualquer dos tipos, mas saiba que você precisa entender aonde se encaixa e quais os reais problemas que enfrentará. Sem isso em mãos, qualquer esforço é inútil.

A comunicação não-verbal e o atendimento nota 10

Ao contrario do que prega a maioria dos manuais tagarelas de boas práticas de venda, as palavras parecem não dizer muita coisa numa relação comercial. Estudos científicos demonstram que pelo menos 70% da comunicação entre as pessoas é não-verbal, ou seja, acontece por meio da linguagem corporal. O livro Atendimento Nota 10 (Sextante) lista elementos de comunicação não-verbal que fazem a diferença para construir uma relação de empatia e confiança com o consumidor. Veja as principais:


1) Contato visual
Fazer contato visual mostra que o vendedor vê os clientes, que presta atenção neles e que lida com eles de forma individualizada. Mas é preciso encontrar o equilíbrio: em muitas culturas, pessoas que não olham nos olhos são consideradas desonestas, mas, em contrapartida, o cliente pode se sentir incomodado se for encarado demais.

2) Silencio
É possível se comunicar mesmo quando não se esta dizendo nada. Permanecer em silêncio quando o cliente está falando é uma regra básica de boas maneiras, enquanto que assentir com a cabeça indica que as palavras estão sendo escutadas atentamente e compreendidas.

3) Gestos
Gestos fechados (braços cruzados e tensos, mãos nos bolsos e punhos fechados, por exemplo), criam barreiras não-verbais. Gestos abertos e espontâneos convidam as pessoas a penetrar no nosso espaço e demonstram que nos sentimos bem com a proximidade delas.

4) Postura
Uma boa postura transmite confiança e competência. Inclinar-se levemente para a frente enquanto o cliente fala indica que o que ele está dizendo é importante e interessante.

5) Expressão facial
Todos nós conhecemos os sinais: sobrancelhas erguidas mostram surpresa; um piscar de olhos, concordância ou aliança; um sorriso aberto, simpatia. O rosto fala mesmo quando não está usando a voz

Fonte: Blog do Empreendedor

6 de mai. de 2013

Seguir o coração é suficiente para chegar ao sucesso?

Quantas pessoas já lhe disseram que a chave para o sucesso é seguir seu coração? Certamente muitas. Dar esse conselho para alguém que está tentando descobrir o que fazer da vida é fácil. No entanto, é um conselho bastante simplista e mesmo ilusório. Somente seguir o coração não é suficiente.

Paixões são apenas o ponto de partida. Você também precisa conhecer seus talentos e o valor que o mundo dá a eles. Se você é apaixonado por uma coisa, mas não particularmente bom nisso, então será frustrante tentar uma carreira nessa área. Digamos que você ama basquete, mas não tem altura suficiente para competir. Neste caso você pode ser um grande fã, ir a jogos, sem virar um profissional.

Ser apaixonado por alguma coisa e ter talento para isso também não é suficiente quando não existe mercado para isso. Por exemplo, você pode ser apaixonado por surfe, adora e sabe pegar onda, mas o mercado do esporte é restrito.

A situação ideal é aquela na qual o que seu coração manda se justapõe às suas habilidades e ao mercado. Se você encontrar isso, então você estará na melhor situação possível, aquela que lhe permite que seu trabalho enriqueça sua vida em vez de apenas prover os recursos financeiros para que você aproveite a vida após o trabalho. O objetivo deveria ser uma carreira na qual você mal acredite que alguém lhe page para fazer seu trabalho.

Em outro post falarei de maneiras para chegar a esse objetivo.

28 de abr. de 2013

O Outback, o empreendedorismo e o sucesso no Brasil

Incrível como a rede americana Outback Steakhouse, que tem 700 restaurantes em 17 países conquistou os brasileiros. Para você ter uma ideia, o restaurante da avenida das Américas, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, é o mais movimentado da rede no mundo. Recebe cerca de 30 mil clientes por mês. 
Para quem já experimentou percebeu que a comida é muito boa. Certamente os frequentadores perceberam também que esse não é o único motivo que leva os clientes a fazer fila para provar os pratos americanos. O serviço é um diferencial. Os garçons são orientados a resolver problemas. Uma frase escrita em um quadro pendurado na parede explica a filosofia da rede: "No rules, just right" (Não seguimos regras, só fazemos certo). Os garçons do Outback são jovens e é um tipo de garçom bem diferente dos atendentes de cadeias de fast food tradicionais.

Veja a receita do bom atendimento do Outback:
-  Encare sua mesa como um empreendimento.
-  Faça o que o cliente quer.   O importante é que o cliente saia da mesa com a impressão de que é único. 
-  Entregue sempre um pouco mais. Dar aos clientes o que eles querem não é o bastante. Os garçons têm de encontrar uma maneira de surpreende-los com algo que vá além do que foi pedido.
-  Tenha sempre uma nova ambição. Nunca se dê por satisfeito.
-  Atenda com emoção. Olhos nos olhos, sorriso no rosto e muita atenção.  
-  Conheça bem seu produto. Os garçons têm de conhecer muito bem o que vendem. É preciso conhecer cada prato, identificar o que aquele cliente quer e oferecer algo que vai deixa-lo satisfeito.

Fonte: Exame.

25 de abr. de 2013

A empresa diferente ou, a diferença é a competência

Por meio de um estudo do World Economic Forum, onde foram avaliados a qualidade da gestão e os resultados de 4 mil empresas, em 12 países, as práticas de gestão listadas abaixo fizeram as empresas atuarem significativamente melhor. Como está a sua empresa?

1. METAS DESAFIADORAS E COM PRAZOS DEFINIDOS
A maioria das empresas segue uma rotina anual de planejamento e estabelecimento de metas.
Sua empresa adota essa abordagem, em seu processo de planejamento?

        2. CLAREZA ORGANIZACIONAL
Metas agressivas de longo prazo não se traduzem em resultado, se não houver um entendimento claro, por toda a equipe gerencial, do que se deve fazer, hoje, para atingir as metas de longo prazo.

3. AVALIAÇÃO E DISCUSSÃO DE DESEMPENHO
Sua empresa tem um processo regular – semestral ou anual – de avaliação e discussão de desempenhos? Como é a qualidade das reuniões de feedback? E das discussões sobre as consequências das avaliações?

4. ACCOUNTABILITY E PREMIAÇÃO
Para que a avaliação e discussão de desempenhos cumpra plenamente sua finalidade, é preciso que ela tenha consequências: campeões de performace precisam ser premiados e performances insatisfatórias precisam gerar ações (treinamento, mudanças de organização ou mesmo demissões).

5. OPERAÇÕES E PROCESSOS (resultando em superioridade operacional)
Como os problemas de processo, em sua empresa, costumam ser identificados e corrigidos?  Seus funcionários costumam sugerir melhorias de processos, que frequentemente são implementadas?

6. GESTÃO DE TALENTOS
A liderança de sua empresa é comprometida e ativa na atração e retenção de talentos? Qual foi a última vez em que um funcionário, reconhecido como top performer, foi dissuadido a deixar a sua empresa? Já houve casos de talentos deixarem a sua empresa, sem que ninguém tenha feito nada para impedir?

23 de abr. de 2013

Criatividade: maneiras de mantê-la em evidência

1. Faça listas.
2. Carregue um bloco de notas em todo lugar.
3. Escreva livremente.
4. Saia da frente do computador.
5. Dê tempo para você
6. Cante no chuveiro
7. Tome café. (Eu quero dizer um bom café)
8. Ouça novas músicas
9. Conviva com pessoas criativas
10. Peça feedback
11. Pratique, pratique, pratique
12. Permita-se a cometer erros
13. Viaje para um novo lugar
14. Descanse bastante
15. Assuma riscos com segurança
16. Quebre as regras
17. Leia uma página do dicionário
18. Pinte quadros
19. Pare de tentar ser alguém perfeito

Acrescente à lista quantas frases quiser. Seja criativo e seja feliz.

22 de abr. de 2013

Foto do novo escritório do Google em São Paulo


Empreendendo, mesmo que fracassando

Em fevereiro, o Valor Econômico publicou matéria na qual afirmava que “muitos fundos de participações, especialmente aqueles voltados a negócios de tecnologia e internet, passaram a investir em empreendedores que estão em seu segundo ou terceiro negócio, depois de terem criado empresas que, por alguma razão, acabaram malsucedidas”. O motivo? “Pessoas que não se deixam abater por um revés em seus primeiros projetos, a ponto de começar tudo de novo, têm a propensão de criar negócios em série – um ponto importante para quem quer patrocinar companhias nascentes”.

Tentar um negócio próprio, mesmo que sem sucesso, é uma excelente experiência profissional. É uma oportunidade de aprendizado ímpar, capaz de agregar maturidade por colocar alguém no papel de empresário . Trata-se, portanto, de uma chance de autoconhecer-se como profissional, de praticar uma espécie de checagem das próprias capacidades técnicas e das nuances que compõem o perfil psicológico, ao mesmo tempo em que se aprende a entender melhor o lado dos patrões.

Um empreendor entrevistado pelo Valor lembra que “aprendemos muito mais com o fracasso. O sucesso legitima tudo e costuma levar o empreendedor a não analisar possíveis erros de estratégia”.

Por que não?

21 de abr. de 2013

De transações para relacionamentos

O tradicional modelo de venda orientado por transações é cada vez mais substituído por abordagens de venda orientadas por relacionamentos.


Inscreva-se no curso de Gerenciamento de Vendas de Alta Performance onde serão examinados esses assuntos.
Informações e inscrições:
Maisa - 77 9971-2141 ou 77 3613-4241