Em tempos difíceis não enxergamos nada além da crise. Porém, é nesses momentos que você pode encontrar uma nova vida.” Cristina Chen
“Você só descobre quem estava nadando pelado quando a maré abaixa.” Warren Buffett
Os dias atuais e as vivências
Estamos vivenciando uma crise política e econômica sem precedentes no Brasil. E estes eventos afetam a todos nós em vários níveis, porém, saiba que nas empresas as crises não são mais cíclicas. A dinâmica de crise é contínua. É preciso ajustar constantemente a gestão da empresa, pois o mundo globalizado nos impõem tais ajustes.
Diante deste cenário os empresários devem analisar cada passo para garantir que uma empresa sobreviva às crises que as ameaçam. Mas, muitas vezes não é isto que acontece. É comum empresários não tomarem decisões e ações necessárias de ajustes na gestão, redirecionando o foco e os objetivos. Esta inércia ocorre, dentre outros motivos, por acharem que este é apenas um momento passageiro e que logo voltará o crescimento do mercado. É um risco elevado pensar assim. É o risco da INSOLVÊNCIA. E a insolvência trás incerteza e sofrimento. Uma situação traumática.
Os dias de bonança e a invulnerabilidade
Nestes tempos ágeis, globalizados, a queda de uma empresa é um processo rápido. As empresas atuais estão inseridas num contexto de riscos e oportunidades nunca antes vividos. Não se pode paralisar, acomodar e esperar a crise para vir a bonança. As correções de rumos devem ser rápidas. Ou seja, os resultados negativos muitas vezes acabam sendo ignorados e isso é fatal.
O tratamento para a crise
Veja no gráfico abaixo a dinâmica de uma crise e as medidas para restabelecer o valor da empresa:
Um dos meus gurus, Nassim Taleb, autor do livro “O lógica do Cisne Negro”, ensina que é possível nos beneficiarmos da desordem. Como? Sabendo trabalhar em meio à volatilidade, a variabilidade, ao stress.
Este contexto adverso e outros que virão exigem o tratamento da dificuldade, com gestão competente, administrando na turbulência. As prioridades mudam neste contexto. Por isso, quando uma empresa é atingida pelos resultados negativos que vão se avolumando, vem a necessidade de se implementar um PROGRAMA PARA RECUPERAR, CONSOLIDAR E AMPLIAR OS NEGÓCIOS DA EMPRESA.
O arsenal
Você viu acima no gráfico um contexto macro de ações e serem implementadas em cada fase que determinada empresa se encontra.
Saiba que existe um arsenal de ferramentas para cada contexto financeiro e corporativo dos negócios que aplicadas corretamente garantem um aumento nas chances de sobrevivência do negócio e o seu consequente crescimento.
É preciso utilizar este ferramental aproximando o empresário na busca dos remédios para tratar a dificuldade. Executivos e funcionários devem estar engajados nesta busca.
Se o desempenho do negócio é lento ou abaixo do ideal, ou ainda pior, é necessária uma transformação com reposicionamento estratégico e melhoria na eficácia da cadeia de valor.
Esta tendência de queda, e especialmente, com a aproximação de dificuldade financeira, pode ser o sinal necessário para o gestor falar com consultores de resposta. Apenas praticantes de resposta podem ajudar com as ações de gerenciamento de emergência necessárias e mudar a eficácia partindo para uma reviravolta.
Como um Consultor pode ajudar?
A necessária reestruturação e melhoria de resultados para potencializar estes resultados virá de ações para tornar a empresa mais competitiva e lucrativa. Uma equipe multidisciplinar altamente capacitada poderá e deverá auxiliar a empresa a:
- DIAGNOSTICAR O MOMENTO ESTRATÉGICO E OPERACIONAL
- PROVER UM PLANO DE REVITALIZAÇÃO
- BUSCAR A EFICIÊNCIA OPERACIONAL E O CRESCIMENTO NAS VENDAS
- PROMOVER A CONSISTÊNCIA NOS CONTROLES E SISTEMAS DE GESTÃO.
- ANALISAR E PROPOR AÇÕES PARA A PROTEÇÃO PATRIMONIAL
Por isso, quando você perceber que os níveis de saúde financeira do seu negócio não estão bons, analise se não seria o momento de buscar ajuda de alguém de fora da empresa. Talvez a percepção necessária para a reviravolta esteja dependendo de alguém que consiga visualizar o negócio de outra maneira.

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