19 de mar. de 2013

Não a "empurroterapia"

Você já se deparou com um vendedor insistente ou, até mesmo, desagradável?
Perguntas como “Não vai levar nada para sua namorada, sua avó, sua tia?” ou apelos do tipo “Dá uma força, por favor, preciso bater minha meta” podem fazer com que o consumidor se afaste sem comprar nada não apenas naquele dia, mas por um longo período.


Mal instruídos, os vendedores, geralmente, preocupam-se apenas em concretizar logo a negociação e se esquecem de focar no que é mais importante: o que o cliente, de fato, necessita ou se interessa. Mantém a mania de pressionar o cliente a adquirir, a qualquer custo, o produto ou serviço.

Os vendedores também costumam errar no momento de perguntarem algo aos consumidores. Exemplos: “E para ela, não vai levar nada?”, “É só isso mesmo?”, “Leva mais coisa, consigo oferecer um desconto maior ou parcelar em mais vezes”.

A prática desses erros não é, exatamente, culpa de quem vende. Quase sempre, os vendedores não recebem treinamento algum, são contratatos em um dia e no outro já vão para a “linha de frente”, sendo cobrados por chefes e clientes. Para que este cenário seja mudado, são necessários treinamento e o conhecimento de técnicas, com a capacitação partindo dos líderes da equipe que, por sinal, muitas vezes também cometem os mesmos erros.

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